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terça-feira, 11 de março de 2014

Ao ofício

Ah... Como eu queria viver das palavras! Ops. Eu já vivo. Não escritas, nem cantadas, mas ouvidas. Palavras em ponte, em metamorfose, em rompimento, em devir. Símbolos, sentidos. Nas mãos pintadas, no abraço em afago, no vínculo. Instrumento com sua gramática... ou não. Feeling. Insigth. Em qualquer língua: das letras, dos sons, dos traços, do corpo, do olhar.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O que há agora!

Hoje quero sentir o chão gelado acolhendo meus pés, sentir todo cheiro, dançar toda palavra, pronunciar toda melodia. Eu quero o sabor do sangue, do suor e das lágrimas, porque nem sempre o ar-condicionado me satisfaz. Quero olhar máscaras e faces. Quero ouvir toda frase proferida por aquele que me carrega, por aquele que me marcou. Quero o vento embaraçando as mechas... Quero toque!
Sabe o que desejo mesmo? Quero o que há agora. Mesmo sabendo que é mais fácil olhar espelhos, quero vidros, embaçados ou cristalinos.